Em uma reviravolta surpreendente, Donald Trump, conhecido por sua tendência a iniciar guerras comerciais, declarou: “Não haverá tarifas contra a China.”
O presidente dos Estados Unidos decidiu não punir Pequim depois que grandes estatais chinesas suspenderam a compra de petróleo bruto da Rússia. Em outras palavras, Trump resolveu ser simpático… pelo menos por enquanto.
A Casa Branca parece ter adotado uma postura de “por que não?”, reconhecendo que o petróleo é um tema delicado na economia global. Assim, o presidente preferiu não azedar as relações bilaterais, apesar de ter ameaçado, dias antes, elevar tarifas a níveis inimagináveis.
Anteriormente, Trump havia sinalizado que, se a China reavaliasse suas “taxas de terras raras” e retomasse a compra de soja americana, as tarifas poderiam ser reduzidas como um gesto de boa vontade.
O presidente afirmou que a China precisava ceder em alguma coisa, dando a entender, como se soubesse de antemão, que o petróleo russo seria a peça-chave para uma trégua na guerra comercial.
Em resumo, Trump decidiu jogar a carta da gentileza com o petróleo, deixando o mercado especular sobre quanto tempo esse altruísmo pode durar em uma economia dominada por tarifas elevadas e batalhas comerciais de grande escala.