O Partido Comunista da China continua lutando com as classes mais altas da sociedade. Com a repressão às empresas locais, as autoridades chinesas intensificaram as restrições dos riscos.
O discurso recente do presidente da China, Xi Jinping, no Fórum Econômico e Financeiro, já foi citado. Nele, o líder do partido criticou fortemente não apenas as empresas, mas também as pessoas de alta renda. A sessão pediu pelo "ajuste razoável de rendas excessivas" e encorajou que grupos bem pagos e empresas "devolvam mais à sociedade". Xi Jinping também promoveu a ideia de "prosperidade comum" para todas as pessoas. O termo "prosperidade comum" foi usado apenas recentemente pelas autoridades chinesas. Ele normalmente refere-se à riqueza moderada para todos, mas até agora tem sido um lema vazio. O líder do país definitivamente mantém sua palavra, então os observadores internacionais esperam que medidas rígidas sejam tomadas no futuro próximo. Ao mesmo tempo, os especialistas dizem que o governo chinês não conseguirá ignorar a influência da política, na redistribuição de fortunas. Yue Su, economista-chefe em The Economist Intelligence Unit, disse que os impostos maiores em classes sociais mais altas e ganhos de capital, podem limitar os investimentos, levando à saída deles para o exterior. De acordo com o governo, a China erradicou a pobreza extrema no final de 2020. Toda a população pobre rural, cerca de 98,99 milhões de pessoas, não vivem mais abaixo da linha da pobreza. Desde 2013, a China tem investido $246 bilhões nessas mudanças.