No início de setembro, surgiu um mal-entendido entre a empresa automotiva Daimler e duas organizações ambientais, Greenpeace e Deutsche Umwelthilfe. A empresa não vê nenhuma razão para conceder concessões para as organizações. Em 3 de setembro, a Greenpeace e a Deutsche Umwelthilfe conclamaram a corporação multinacional automobilística a encerrar as vendas de veículos com motores de combustão interna até 2030.
As organizações ambientais exigem as mesmas ações da BMW e da Volkswagen. A lista de exigências foi apresentada por Matthias Walter, representante da Deutsche Umwelthilfe. Os grupos ambientais também pedem que a empresa alemã Wintershall restrinja o desenvolvimento de novos campos de petróleo e gás.
Ambas as organizações ambientais estão aguardando uma resposta da Volkswagen e outras preocupações automotivas até o final de outubro de 2021. Se as montadoras não responderem às exigências, elas enfrentarão um processo judicial, enfatizam os advogados da Greenpeace.
O Greenpeace e o Deutsche Umwelthilfe estão buscando a confirmação legal da gestão das preocupações automotivas de que os carros movidos a combustível tradicional não serão mais produzidos. No início deste ano, as organizações ambientais processaram o governo da Alemanha e ganharam o caso.