O real brasileiro se fortaleceu além de 5,7 contra o USD, aproximando-se de seu nível mais alto desde novembro de 2024, anteriormente marcado em 5,65 no dia 19 de março. Essa mudança ocorre à medida que investidores assimilam as últimas atas do Copom. As atas enfatizam a questão contínua das expectativas de inflação permanecendo desancoradas e sinalizam novas medidas de aperto à frente. Espera-se um aumento da taxa de juros de 0,50 pontos percentuais em maio, seguido de um aumento de 0,25 pontos em junho. Esses ajustes esperados na política monetária visam consolidar os canais de transmissão, melhorando assim o apelo de rendimento dos ativos brasileiros e oferecendo suporte ao real. Além disso, a confiança do consumidor no Brasil melhorou, subindo 0,7 pontos para 84,3 em março, revertendo uma queda de três meses que trouxe o índice ao seu ponto mais baixo em mais de dois anos. Adicionalmente, a possibilidade de flexibilização de tarifas adicionais dos EUA oferece alívio ao melhorar as condições de comércio externo e aliviar a pressão sobre os exportadores brasileiros.