A China revelou sua intenção nesta quarta-feira de expandir seu mercado de comércio de carbono para incorporar os setores de aço, cimento e fundição de alumínio. Esta iniciativa obrigará mais 1.500 empresas a adquirirem créditos para neutralizar suas emissões, de acordo com o ministério do meio ambiente. Com essa ampliação, o programa de comércio abrangerá 8 bilhões de toneladas métricas de emissões de dióxido de carbono, representando mais de 60% do total do país. Atualmente, o sistema supervisiona aproximadamente 5 bilhões de toneladas métricas de emissões de 2.200 empresas de energia.