O índice Ibovespa subiu 2,1%, fechando em 136.232–o nível mais alto observado em oito meses. Este impulso de alta foi impulsionado à medida que os investidores absorveram decisões sucessivas dos bancos centrais juntamente com uma série de relatórios promissores de resultados corporativos. Notavelmente, o setor financeiro esteve na vanguarda desse aumento. O Bradesco teve um salto notável de 14,9% após superar as expectativas de lucro do primeiro trimestre, enquanto a B3 subiu 9,1%, graças aos volumes recordes de negociação. Além disso, Ambev e Itaú subiram 1,0% cada, após a divulgação de resultados trimestrais igualmente fortes. A Petrobras também apresentou ganhos, apreciando-se em 2,2% em meio a preços mais fortes do petróleo e ao anúncio de uma reunião entre representantes comerciais dos EUA e da China na Suíça, o que aumentou as esperanças de alívio tarifário. No cenário doméstico, a decisão do Banco Central do Brasil de aumentar a taxa Selic em 50 pontos base, para 14,75%, juntamente com sua abordagem dependente de dados, destacou um compromisso firme com a contínua restrição monetária. Enquanto isso, o Federal Reserve dos EUA manteve as taxas de juros nos níveis atuais, mas alertou que a introdução de novas tarifas nos EUA pode amplificar as pressões inflacionárias e os desafios do mercado de trabalho, moderando as expectativas mesmo com sinais de melhoria no apetite por risco global.