Os futuros do zinco se mantiveram próximos à faixa de $2.630 por tonelada, retendo grande parte de suas quedas desde que despencaram para a mínima de um ano de $2.560 no início de abril. Esse declínio foi impulsionado por uma perspectiva sombria para a manufatura global e pelo alívio nas preocupações com o fornecimento. As recentes escaladas tarifárias viram a China impor taxas de 125% sobre os EUA, ao mesmo tempo que adicionou várias empresas à sua lista de restrição de exportações. Enquanto isso, os EUA responderam com um aumento de tarifa para 145% e alertaram sobre futuras barreiras em metais específicos, enfraquecendo as perspectivas de manufatura para as principais economias. Além disso, as rígidas tarifas de aço do Presidente Trump resultaram em um aumento nos preços das bobinas, principalmente devido à capacidade doméstica limitada, impactando negativamente a demanda por zinco na galvanização. No lado da oferta, há especulações de um aumento na demanda por mineração dentro do ano, impulsionado pelo aumento da capacidade na Rússia e na República Democrática do Congo. Esse surto antecipado levou a um aumento internacional nos encargos de tratamento, após um período em que as fundições chinesas enfrentaram encargos de tratamento negativos no final de 2024.