O euro sofreu uma ligeira queda, alcançando $1.142, mas manteve sua proximidade com o recente pico de seis semanas de $1.149, atingido na última quinta-feira. Este movimento ocorreu após a tão esperada redução de taxas do Banco Central Europeu (BCE) e comentários da Presidente Christine Lagarde sugerindo que a instituição está se aproximando do término de seu ciclo de flexibilização monetária. Em paralelo, o formulador de políticas do BCE Yannis Stournaras, em conversa com a Bloomberg, destacou que a zona do euro conseguiu realizar um pouso suave, implicando que a maioria das reduções de taxas pode já estar para trás, embora as incertezas ainda persistam, especialmente à luz das possíveis repercussões de novas tarifas. Na quinta-feira, o BCE optou por cortar as taxas de juros em mais 25 pontos base enquanto também reduzia suas projeções de inflação para o ano corrente e o seguinte. Agora, espera-se que a inflação geral média seja de 2,0% em 2025 e diminua para 1,6% em 2026—uma redução de 0,3 ponto percentual em relação às projeções feitas em março—atribuível a fatores como a queda nos preços da energia e o fortalecimento do euro. O euro também encontrou suporte no enfraquecimento geral do dólar, à medida que a confiança dos investidores nos ativos dos EUA diminui devido a preocupações com as tarifas e corte de gastos do Presidente Trump, aumentando assim as apreensões sobre o futuro do crescimento econômico dos EUA.