Na segunda-feira, o dólar da Nova Zelândia aumentou para aproximadamente $0,604, aproximando-se do pico alcançado na última semana, impulsionado por um sentimento positivo em relação ao alívio dos conflitos comerciais globais. O presidente Donald Trump anunciou que o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, junto com outros dois oficiais, se envolverão em novas discussões comerciais com representantes chineses em Londres na segunda-feira. Paralelamente, novos dados da China indicaram desafios deflacionários em curso, já que os preços ao consumidor caíram pelo quarto mês consecutivo e os preços ao produtor sofreram sua queda mais significativa em quase dois anos. Isso exerceu alguma pressão descendente sobre o dólar da Nova Zelândia, dada a importância da China como parceiro comercial. No mercado interno, o Banco Central recentemente reduziu a taxa de juros em 25 pontos-base para 3,25%. No entanto, a decisão tomada em maio indica que o ciclo de afrouxamento pode estar se aproximando do fim. Atualmente, os mercados antecipam que o Banco Central da Nova Zelândia manterá as taxas em julho, enquanto também consideram a possibilidade de um corte final nas taxas em agosto.