Na quinta-feira, o FTSE 100 teve um aumento de 0,2%, atingindo recordes de 8.880 pontos e superando o desempenho de outros mercados europeus. Este aumento ocorreu quando dados econômicos desapontadores do Reino Unido estimularam as expectativas de possíveis reduções nas taxas de juros por parte do Banco da Inglaterra. Em abril, o PIB caiu 0,3%, superando previsões anteriores e levantando preocupações sobre a diminuição do impulso econômico. As exportações do Reino Unido para os Estados Unidos também sofreram uma queda significativa, atribuída à implementação anterior de tarifas. Os números de crescimento desanimadores aumentaram a especulação de que o Banco da Inglaterra poderia considerar uma flexibilização da política antes do esperado. As ações do setor de energia se beneficiaram da situação, com Shell e BP registrando ganhos de 1,3% e 1,8%, respectivamente. As potências farmacêuticas AstraZeneca e GlaxoSmithKline também viram aumentos, subindo 1,2% e 2%. O desempenho da Tesco foi impulsionado pelo sólido crescimento de vendas, subindo aproximadamente 1,5%. Globalmente, o sentimento do mercado foi negativamente afetado por tensões comerciais renovadas, quando o Presidente Donald Trump anunciou planos de enviar notificações a importantes parceiros comerciais nas próximas duas semanas. Essas comunicações delineariam tarifas unilaterais, com um prazo estabelecido para 9 de julho, alertando essas nações a cumprirem os termos ou enfrentarem potenciais repercussões.