As ações de Hong Kong enfrentaram uma queda, diminuindo 94 pontos ou 0,4% para 24.183 durante o pregão da manhã de segunda-feira. Este declínio marcou a terceira sessão consecutiva de perdas, principalmente impulsionado por fraquezas amplas nos setores de consumo e financeiro. Os investidores permaneceram cautelosos ao avaliar os dados oficiais do PMI de junho da China, que indicaram que a manufatura estava se contraindo no ritmo mais lento em três meses, enquanto as atividades de serviço viram a expansão mais significativa desde março. Apesar dos desafios internos e externos em andamento, a agência de estatísticas da China relatou um aumento na atividade econômica geral no mês passado. As quatro maiores ações por capitalização de mercado sofreram declínios, com a Tencent Holdings caindo 1,4%, a Xiaomi Corp. perdendo 1,3%, a Meituan caindo 1,2% e o AIA Group recuando 0,8%. No entanto, o Índice Hang Seng está prestes a apresentar seu segundo aumento mensal consecutivo, tendo subido cerca de 3,7% até agora. Este desempenho positivo foi sustentado pela redução das tensões comerciais entre China e EUA após um acordo de estrutura de exportação de terras raras, pelas contínuas iniciativas de Pequim para impulsionar o consumo e combater os riscos de deflação, e pela vigorosa atividade de IPO na cidade.