O euro continuou sua queda, caindo abaixo de $1,15 para seu ponto mais baixo desde meados de junho, à medida que os participantes do mercado absorviam uma série de relatórios econômicos e mudavam seu foco para o anúncio de política do Federal Reserve na próxima quarta-feira. De acordo com os dados mais recentes do Eurostat, a economia da zona do euro experimentou um crescimento modesto de 0,1% no segundo trimestre, uma desaceleração significativa em relação ao crescimento de 0,6% no primeiro trimestre, mas ainda assim superando as previsões de crescimento zero. Por outro lado, o dólar americano ganhou força, impulsionado por fortes cifras de PIB do segundo trimestre e sólidos números de emprego privado para julho. No front comercial, a confiança dos investidores manteve-se baixa devido a temores de que o novo acordo comercial entre EUA e UE favoreça fortemente os EUA, oferecendo melhorias mínimas para as já fracas perspectivas econômicas da zona do euro. As expectativas para potenciais cortes de taxa pelo Banco Central Europeu foram adiadas, com os mercados agora estimando uma probabilidade de 90% de uma redução de 25 pontos-base até março de 2026, enquanto as chances de tal movimento ocorrer em dezembro diminuíram para 30%.