O euro voltou a subir para mais de $1,16 após ter caído anteriormente para uma baixa de dois meses de $1,154 no início desta semana. Esta recuperação ocorre enquanto os investidores responderam positivamente aos sinais de estabilização política na França, ao mesmo tempo em que consideram a crescente probabilidade de cortes nas taxas de juros nos EUA. O Primeiro-Ministro francês Lecornu dirigiu-se ao parlamento, expressando seu apoio ao adiamento das reformas da previdência até após a eleição presidencial de 2027. Este movimento visa ganhar apoio do partido Socialista e resistir aos votos cruciais de desconfiança agendados para quinta-feira. Nos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, destacou fragilidades contínuas no mercado de trabalho, reforçando a antecipação de mais uma redução de taxas este mês. Esta expectativa de uma política acomodatícia contrasta com as previsões do Banco Central Europeu (BCE), que sugerem que as taxas de juros provavelmente não mudarão. Além disso, tensões nas relações comerciais entre EUA e China se intensificaram. O presidente Trump indicou a possibilidade de Washington cortar certos laços comerciais com a China. Em resposta, ambos os países implementaram taxas portuárias adicionais nas firmas de navegação um do outro, seguindo a ameaça de Trump de impor tarifas de 100% sobre importações chinesas e as regulamentações mais severas de Pequim sobre exportações de terras raras.