Na segunda-feira, o BSE Sensex da Índia experimentou uma leve queda, fechando em 85.213, efetivamente encerrando uma tendência de alta de dois dias. Esse declínio foi em grande parte influenciado pela contínua retirada de fundos estrangeiros e pela incerteza prevalente sobre um potencial acordo comercial entre os Estados Unidos e a Índia. Investidores estrangeiros já retiraram $2 bilhões de ações indianas apenas em dezembro, constituindo a saída mais significativa nos últimos três meses. Enquanto isso, o Secretário de Comércio da Índia anunciou que os EUA e a Índia estavam se aproximando de um "acordo-quadro", embora sem especificar um cronograma. Na semana passada, o Conselheiro Econômico-Chefe da Índia mencionou que um acordo comercial talvez só seja finalizado em março. A fraqueza nas ações de automóveis e financeiras ofuscou o interesse comprador visto nos setores de bens de consumo, bens de consumo duráveis e TI. Após uma nota cautelar da JM Financial sobre o impacto adverso no setor automotivo e de componentes automotivos devido ao aumento tarifário do México, as ações de Mahindra & Mahindra (-1,9%), Maruti (-0,9%) e Tata Motors Passenger Vehicles (-0,3%) registraram quedas. Adani Ports (-0,8%) e Bajaj Finserv (-0,8%) também registraram perdas. Do lado positivo, os principais ganhadores incluíram Hindustan Unilever, Trent, HCL Tech, Infosys e Asian Paints.