Os mercados de ações dos EUA experimentaram uma queda pela segunda sessão consecutiva na quarta-feira, afastando-se dos recentes recordes de alta. Esse recuo ocorreu enquanto os investidores avaliavam os ganhos corporativos iniciais, indicadores econômicos mistos e tensões geopolíticas crescentes. O S&P 500 diminuiu aproximadamente 0,5%, enquanto o Nasdaq registrou uma queda mais significativa de 1% e o Dow Jones Industrial Average caiu cerca de 42 pontos. O declínio foi impulsionado principalmente por fraquezas nos setores de tecnologia e financeiro. As empresas de semicondutores enfrentaram uma pressão considerável, com perdas notáveis na Broadcom (queda de 4,1%), Nvidia (queda de 1,5%) e Micron (queda de 1,4%) após relatos de que autoridades chinesas impuseram restrições a certos chips e softwares de cibersegurança fabricados nos EUA. As ações do setor financeiro também continuaram em tendência de queda; o Wells Fargo diminuiu 4,5% devido à receita abaixo do esperado, enquanto o Bank of America (queda de 3,8%) e o Citigroup (queda de 3,3%) caíram apesar de superarem as expectativas de lucro. Isso ocorreu em meio à ansiedade sobre um limite proposto pelo então presidente Trump nas taxas de juros de cartões de crédito. Enquanto isso, os dados macroeconômicos ofereceram suporte limitado, à medida que uma inflação atacadista modesta e vendas no varejo fortes reforçaram as previsões de que o Federal Reserve poderia manter as taxas de juros estáveis no curto prazo.