O euro concluiu as negociações de janeiro a $1,19, aproximando-se de um pico de quatro anos e representando um aumento de 1,5% no mês. Esta alta foi impulsionada pela fraqueza geral do dólar americano, enquanto os investidores absorviam vários desenvolvimentos econômicos e políticos. O dólar enfrentou pressão devido a incertezas políticas em andamento em Washington, incluindo novas ameaças de tarifas pelo Presidente Trump, preocupações sobre a independência do Federal Reserve, temores de uma potencial paralisação do governo, e os comentários do presidente indicando indiferença em relação à recente desvalorização do dólar. O desempenho econômico da Zona do Euro apoiou ainda mais o euro, com a economia crescendo 0,3% no quarto trimestre de 2025, consistente com o trimestre anterior e ligeiramente acima da expectativa de mercado de 0,2%. Espanha, Alemanha e Itália superaram as previsões. Além disso, a Pesquisa de Expectativas do Consumidor do Banco Central Europeu indicou uma aceleração nas expectativas para três e cinco anos à frente. Enquanto isso, o oficial do BCE, Martin Kocher, já havia alertado que um aumento contínuo no valor do euro poderia levar o banco central a considerar retomar cortes na taxa de juros.