O PMI de Manufatura da HCOB na Itália subiu para 48,1 em janeiro de 2026, de 47,9 em dezembro, alinhando-se com as previsões do mercado. A demanda permaneceu fraca, já que tanto novos pedidos quanto exportações sofreram declínios, embora em um ritmo mais lento, indicando condições de mercado frágeis e alguns cancelamentos de pedidos. A produção teve uma leve queda devido à demanda contida e, por vezes, à escassez de matérias-primas. A redução na produção levou as empresas a cortarem compras e reduzirem níveis de estoque, aliviando assim as pressões nas cadeias de suprimentos e encurtando os prazos de entrega. Apesar da fraqueza na demanda por insumos, os custos dispararam ao ritmo mais rápido em mais de três anos, impulsionados pelo aumento nos preços das matérias-primas. Isso obrigou os fabricantes a aumentarem seus preços de venda. O emprego foi a única área de crescimento, com as empresas aumentando suas equipes de forma cautelosa. Olhando para o futuro, os fabricantes expressaram um otimismo crescente, com a confiança atingindo o maior nível em quase quatro anos e meio, alimentada por esperanças de novos desenvolvimentos de produtos, custos de empréstimos mais baixos e uma recuperação gradual no setor.