Os futuros de gás natural do Reino Unido experimentaram uma queda de mais de 11%, caindo para menos de 84 pence por term. Isso ocorre após atingir um pico de dez meses de 103,7 pence em 21 de janeiro. A queda é atribuída à diminuição das preocupações em relação ao suprimento de GNL. Além disso, as previsões meteorológicas de curto prazo nos EUA tornaram-se mais amenas, o que, por sua vez, reduziu a demanda por aquecimento. Essa mudança permitiu um aumento no fluxo de gás para as plantas de exportação de GNL, melhorando assim as perspectivas de entregas tanto para a Europa quanto para o Reino Unido. O mercado britânico é particularmente sensível devido à sua capacidade de armazenamento limitada e à dependência significativa de importações, tornando-o suscetível a pressões de oferta regionais e globais. Além disso, os prêmios de risco geopolítico diminuíram após o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de que Washington está em negociações com o Irã, aliviando temores de interrupções no transporte através do Estreito de Ormuz. Apesar dessas mudanças, as vulnerabilidades subjacentes persistem, com instalações de armazenamento de gás da UE a apenas 41,1% de capacidade e o armazenamento do Reino Unido em aproximadamente 36,9%.