Em janeiro de 2026, o PMI de Manufatura do S&P Global Brasil caiu para 47,0, de 47,6 em dezembro, destacando as condições mais fracas da indústria em quatro meses. O declínio foi impulsionado por uma demanda reduzida, levando a uma nova queda nos novos pedidos, incluindo uma diminuição nas vendas externas. Tanto os produtores de bens intermediários quanto de bens de investimento experimentaram contrações significativas, enquanto os bens de consumo tiveram apenas uma leve queda. Notavelmente, o segmento de bens de capital foi o único a relatar um aumento nos novos pedidos de exportação. Uma forte redução nas entradas de pedidos resultou em uma considerável diminuição na produção, marcando a segunda maior queda em mais de três anos e meio. As atividades de compra diminuíram e o emprego nas fábricas caiu pelo segundo mês consecutivo. Pela primeira vez em três meses, os custos dos insumos aumentaram, impulsionados pelos preços mais altos de produtos alimentícios, commodities, componentes eletrônicos, metais e plásticos. Os preços de venda experimentaram um ligeiro aumento. Os estoques de insumos e de bens acabados continuaram a diminuir. Enquanto isso, a confiança empresarial aumentou para seu nível mais alto desde junho de 2025, impulsionada por expectativas de cortes nas taxas de juros, demanda mais forte e planos futuros de investimento.