Na quarta-feira, o FTSE 100 avançou 0,9%, atingindo um recorde sem precedentes de 10.402 pontos. Esta alta foi impulsionada por ganhos nos setores de saúde, defensivos e empresas de petróleo, que conseguiram contrabalançar as quedas observadas no setor de mineração e em ações ligadas à inteligência artificial. A GSK teve um aumento significativo, disparando mais de 7%, após um relatório sólido de ganhos do quarto trimestre que confirmou suas projeções para 2026 e superou as metas de vendas de longo prazo antecipadas pelos analistas. As grandes empresas de petróleo também se beneficiaram, com a Shell subindo quase 3% e a BP avançando cerca de 2,5%, incentivadas por um aumento contínuo nos preços do petróleo bruto em meio a crescentes tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e o Irã. Em contrapartida, as ações de mineração sofreram uma queda, com a Fresnillo caindo quase 3,3%, a Endeavour registrando uma queda de 2,5%, a Antofagasta sofrendo uma queda de mais de 5%, juntamente com declínios na Anglo American, Rio Tinto e Glencore, à medida que os preços do ouro, prata e cobre enfraqueceram. Além disso, as ações percebidas como suscetíveis a interrupções causadas pela inteligência artificial ampliaram suas perdas. Entre estas, a Relx diminuiu 1%, o London Stock Exchange Group caiu 1,6% e a WPP recuou 2,6%, refletindo as crescentes apreensões dos investidores em relação aos riscos associados à IA para seus modelos de negócios.