O índice do dólar sofreu uma queda para aproximadamente 97,5 na segunda-feira, registrando seu segundo declínio consecutivo, enquanto os traders aguardavam cautelosamente dados econômicos críticos atrasados pelo recente fechamento parcial do governo. A atenção principal está voltada para o relatório de empregos de janeiro, previsto para ser divulgado na quarta-feira, que, juntamente com os dados de vendas no varejo de dezembro, sugere uma desaceleração no mercado de trabalho. Na sexta-feira, espera-se que o índice de preços ao consumidor de janeiro, que foi adiado, seja publicado. As expectativas atuais do mercado inclinam-se para o Federal Reserve manter as taxas de juros em março, com possíveis reduções antecipadas para junho e possivelmente setembro. O dólar enfrenta pressão adicional à medida que o sentimento do mercado melhora, impulsionado por recuperações em ações de tecnologia, metais preciosos e criptomoedas. Simultaneamente, o dólar apresenta volatilidade contra o iene japonês após a coalizão governante do Primeira-Ministra Sanae Takaichi garantir uma vitória contundente nas eleições de final de semana no Japão, abrindo caminho para iniciativas fiscais potencialmente expansivas.