Os contratos futuros de alumínio no Reino Unido foram negociados próximos de US$ 3.100 por tonelada em fevereiro, mantendo-se perto da máxima de três anos de US$ 3.270 alcançada em 28 de janeiro, em meio a expectativas de demanda sólida e de um crescimento limitado da oferta. A produção na China deve estagnar neste ano depois que o país, o maior produtor mundial, atingiu seu teto de produção de 45 milhões de toneladas em 2025, enquanto a campanha do governo contra a expansão da capacidade industrial reduziu as expectativas de qualquer aumento significativo nesse limite.
Ao mesmo tempo, os esforços de fundições chinesas para desenvolver capacidade alternativa na Indonésia continuam enfrentando dificuldades, incluindo custos de energia mais altos e riscos regulatórios crescentes. Em outras regiões, preços elevados de energia, falhas em equipamentos e desafios para garantir o abastecimento de bauxita forçaram importantes fundições em países como Islândia, Moçambique e Austrália a suspender suas operações.
Nesse contexto, o governo Trump, nos Estados Unidos, reagiu a relatos de que as tarifas sobre o alumínio poderiam ser reduzidas em relação ao nível atual de 50%. Essas tarifas levaram o prêmio do alumínio dos EUA em relação aos preços de referência do Reino Unido a atingir um recorde histórico.