A carteira total de crédito em aberto no Brasil recuou 0,2% na comparação mensal em janeiro de 2026, para R$ 7,1 trilhões, revertendo a alta de 1,8% registrada em dezembro. A queda foi liderada por uma contração de 1,7% no crédito às empresas, que mais do que compensou a expansão de 0,7% no crédito às famílias. Como resultado, os estoques de empréstimos a famílias e empresas ficaram em R$ 2,7 trilhões e R$ 4,5 trilhões, respectivamente. Na comparação anual, o crescimento do crédito desacelerou para 10,1% em janeiro, ante 10,3% em dezembro de 2025.