O índice Shanghai Composite subiu 0,1% para acima de 4.110 na sexta-feira, enquanto o Shenzhen Component avançou 0,4% para 14.140, estendendo os ganhos da sessão anterior à medida que os investidores avaliavam as mais recentes perspetivas económicas da China. Pequim definiu uma meta de crescimento do PIB de 4,5%–5% para 2026, a mais baixa desde o início dos registos no início da década de 1990, refletindo pressões deflacionárias persistentes e o impacto das tarifas elevadas dos EUA.
Mesmo assim, os principais índices continuaram no caminho de encerrar a semana em baixa, à medida que o agravamento das tensões no Médio Oriente abalava os mercados globais. A ofensiva EUA–Israel contra o Irão entrou no seu sétimo dia, e Teerão lançou uma nova vaga de ataques com mísseis e drones em todo o Golfo. Um forte aumento nos preços do petróleo, que reacendeu preocupações com a inflação, pressionou ainda mais as ações em todo o mundo, sendo a China vista como particularmente vulnerável, dada a sua forte dependência de fornecimentos de energia do Médio Oriente.
Entre as maiores altas de sexta-feira estiveram China XD (alta de 6,4%), Addsino Co (3,9%), Biwin Storage (5,8%), GCL System (10%) e Dongfang Electric (5,2%).