Os futuros da borracha subiram para quase 196 centavos de dólar por quilograma, apoiados em parte pela alta dos preços do petróleo, impulsionada pelo aumento das tensões no Oriente Médio, o que tornou as alternativas sintéticas menos atrativas. As preocupações com a oferta também adicionaram pressão de alta, já que o Sudeste Asiático continua em sua estação de “wintering”, de baixa produção, enquanto as chuvas excessivas na Tailândia e na Indonésia restringiram ainda mais a disponibilidade de matéria-prima. Ao mesmo tempo, dados de inflação mais fortes do que o esperado na principal consumidora, a China, reforçaram as perspectivas de demanda. No entanto, temores sobre a desaceleração da economia global em meio ao prolongado conflito envolvendo o Irã moderaram as expectativas gerais.