O índice FTSE 100 encerrou a sessão de segunda-feira em queda de 0,2%, atingindo o menor nível em cinco semanas, mas recuperando de forma significativa após ter recuado mais de 1,5% ao longo do dia, à medida que os investidores avaliaram os desdobramentos nos preços do petróleo, na inflação e nas expectativas para as taxas de juros. Os contratos futuros de WTI recuaram para abaixo de US$ 100 por barril, depois de chegarem a tocar brevemente os US$ 120. Ao mesmo tempo, as expectativas de uma alta de juros pelo Bank of England arrefeceram após uma correção nos mercados dos EUA menos severa do que se temia, com os operadores praticamente descartando a possibilidade de aumento ainda este ano. Mesmo assim, os preços do petróleo próximos de US$ 100 continuam a sustentar pressões inflacionárias elevadas, apesar da recente volatilidade do mercado. Entre os destaques individuais, as petrolíferas Shell e BP avançaram 2,4% e 2%, respectivamente, enquanto as empresas de defesa Babcock International e BAE Systems subiram 2,3% cada. Em contrapartida, as mineradoras Rio Tinto, Anglo American e Antofagasta recuaram entre 1,3% e 3%, a Rolls-Royce caiu mais de 2%, e os bancos Barclays e Standard Chartered perderam 1,6% e 1%, respectivamente.