Os pedidos iniciais de subsídio de desemprego nos EUA recuaram em 1.000 na primeira semana de março, para 213.000, ligeiramente abaixo da previsão de consenso de 215.000 e permanecendo bem abaixo das médias de dois anos que vêm sendo testadas desde meados de fevereiro. Da mesma forma, os pedidos contínuos de subsídio de desemprego, uma proxy para o desemprego em andamento nos EUA, caíram em 21.000, para 1.850.000, na última semana de fevereiro. Essas leituras contrastam com os sinais mais fracos do relatório de emprego mais recente do BLS, reforçando a narrativa de um mercado de trabalho caracterizado por contratações contidas, mas também por demissões limitadas. Os pedidos iniciais apresentados por funcionários federais — acompanhados de perto enquanto os mercados avaliam o impacto de possíveis paralisações do governo — subiram em 88, para 617.