O FTSE 100 recuou 0,4% na sexta-feira, à medida que os preços do petróleo permaneceram voláteis em meio a sinais mistos sobre as negociações entre os EUA e o Irão e a renovação das tensões entre Israel e o Líbano. As ações de empresas de mineração estiveram entre as que mais caíram, com Rio Tinto em baixa de mais de 2%, Glencore a perder 1,5%, Anglo American a recuar 2,5% e Antofagasta a cair 3,2%. Produtoras de metais preciosos também sofreram pressão, com Fresnillo e Endeavour a desvalorizarem 5,4% e 3,5%, respetivamente. Bancos, Unilever e BAT também negociaram em baixa.
Em contraste, as ações do setor de energia avançaram, com Shell a subir cerca de 1% e BP a ganhar aproximadamente 2%. Títulos do setor farmacêutico e de defesa também registaram ganhos.
No plano político, o mayor da Grande Manchester, Andy Burnham, venceu a muito acompanhada eleição suplementar em Makerfield com 54,8% dos votos, reforçando o seu perfil como potencial rival do primeiro-ministro Keir Starmer.
Nos dados económicos, o endividamento do setor público do Reino Unido aumentou para 23,3 mil milhões de libras em maio, superando as expectativas, enquanto as vendas a retalho recuperaram 1,2%, superando as previsões. Na semana, o FTSE 100 terminou com uma queda de mais de 1%.