O FTSE 100 subiu mais de 1% nesta quarta-feira, ultrapassando os 10.700 pontos, o seu nível mais alto desde 2 de março, apoiado por ganhos generalizados nos setores bancário, de saúde, de energia e de mineração. Entre os bancos, HSBC avançou mais de 2%, enquanto Lloyds Banking Group e Barclays ganharam mais de 1,5% e 1%, respectivamente. As ações do setor de saúde também mostraram firmeza, com AstraZeneca em alta de 1,7% e GSK a subir 0,8%.
As grandes petrolíferas se beneficiaram da continuidade do rali nos preços do petróleo bruto em meio às persistentes tensões entre os EUA e o Irã, com Shell a ganhar 1,4% e BP 2,1%. As ações de mineração superaram o desempenho do mercado em geral: Endeavour Mining disparou 5%, Fresnillo subiu 3,5% e Antofagasta avançou 2,6%.
Os movimentos ocorreram enquanto os investidores assimilavam dados de inflação do Reino Unido mais fracos do que o esperado. Os preços ao consumidor aumentaram 2,6% em junho, à medida que menores custos de gasolina, alimentos e vestuário ajudaram a aliviar as pressões inflacionárias gerais.
No FTSE 250, EasyJet despencou mais de 11% após notícias de que a União Europeia pode revisar as regras de propriedade de companhias aéreas, uma medida que poderia complicar a aquisição planejada pela empresa.