A taxa de inflação anual do Paraguai desacelerou para 1,6% em julho de 2026, abaixo dos 2,1% registrados em junho, afastando-se ainda mais da meta de 3,5% do banco central. Os maiores aumentos de preços foram observados em restaurantes e hotéis (9,7%), seguidos por educação (5,9%), móveis e artigos para o lar (2,1%), saúde (1,9%) e habitação e serviços públicos (1,8%). Em contraste, os preços de transportes recuaram 1,1%, à medida que a queda nos preços do petróleo — apoiada pelo arrefecimento das tensões no Oriente Médio — ajudou a conter a inflação geral. A inflação subjacente, que exclui os componentes mais voláteis, desacelerou para 1,5% em termos homólogos, ante 1,7% em junho. Na comparação mensal, os preços ao consumidor caíram 0,1%, após uma redução de 0,3% no mês anterior.