O consumo das famílias nos Países Baixos aumentou 1,2% em termos homólogos em julho de 2026, o ritmo mais fraco em três meses e abaixo dos 1,7% registados em junho. A desaceleração foi principalmente impulsionada por um crescimento mais lento das despesas com bens, com as compras de bens de consumo a subirem 2,2%, face a 3,2% em junho.
Dentro desta categoria, os bens duradouros continuaram a apresentar o crescimento mais forte, mas também perderam dinamismo, aumentando 3,1% em comparação com 5,5% no mês anterior, à medida que os agregados familiares gastaram mais em automóveis, vestuário, eletrodomésticos, calçado e artigos para o lar. As despesas com alimentos, bebidas e tabaco também cresceram a um ritmo mais lento, de 2,0% (abaixo dos 2,8%), enquanto o consumo de outros bens abrandou para 0,4%, vindo de 1,0%.
As despesas com serviços de consumo das famílias também enfraqueceram, registando um aumento homólogo de 0,5% em comparação com 0,8% em junho, apesar dos maiores gastos com transportes e comunicações, serviços médicos, recreação e cultura, e habitação. As despesas com serviços representam bem mais de metade do total da despesa de consumo das famílias a nível interno.